Feliz natal!

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar clique na aba consultoria no topo da página. Obrigada por visitar esta página!

Vitamina D

A vitamina D tem como função principal a manutenção de níveis adequados de cálcio e fósforo, nutrientes essenciais à função óssea e neuromuscular. Pesquisas mais recentes apontaram também a existência de receptores específicos para a 1,25-diidroxivitamina D (forma ativa), em células de inúmeros tecidos, o que faz com que a vitamina se torne importante para a modulação do crescimento celular, função imune e redução da inflamação. A vitamina D pode ser sintetizada na pele por meio da ação dos raios ultravioletas. Já os alimentos são pobres em vitamina D, por isto para os que nunca se expõe ao sol ou que só saem de casa cobertos por protetor solar a suplementação é indicada afim de prevenir problemas como artrite reumatóide, alguns tipos de câncer (cólon, próstata e mama) e até o diabetes gestacional.

A melhor forma de dosar as concentrações de  25(OH)D é no soro. Valores menores que 12 ng/ml indicam deficiência de vitamina D e maior risco de osteomalácia em adultos e raquitismo em crianças. Valores entre 12 e 20 ng/ml são considerados inadequados para crescimento normal e manutenção de ossos saudáveis. São aceitáveis valores entre 20 e 30 ng/ml. Mas o ideal são concentrações plasmáticas acima de 30 ng/mL (Vieth, 2011).

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Ácidos graxos ômega-3

Ácidos graxos ômega-3 são aqueles cuja primeira dupla ligação encontra-se no terceiro carbono a partir da extremidade metil (CH3). Estes compostos apresentam efeitos benéficos à saúde, incluindo propriedades antiinflamatórias, antiarrítmicas e antitrombóticas. Peixes de água fria e salgada contém boas quantidades de EPA e DHA (responsáveis pela redução de risco cardiovascular) e alguns alimentos de origem vegetal, como a semente de linhaça, são fontes de ALA. Porém a conversão de ALA em EPA e DHA é pouco eficiente (aproximadamente 1%). Para atingir a recomendação semanal de ômega-3, consuma duas porções de peixe por semana.

Sabia que o açafrão pode aumentar a produção de DHA? É o que mostra um estudo publicado em 2015.

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Introdução de papinhas na dieta do bebê

Dos 0 aos 6 meses de vida, bebês devem ser alimentados exclusivamente com leite materno. A amamentação mata a fome, a sede e também oferece afeto, proteção e carinho ao recém nascido. Já a partir dos 6 meses de idade, o leite materno não consegue mais suprir todas as necessidades da criança, sendo necessária a oferta de alimentos complementares.

Entre o sexto e o sétimo mês de vida, além de frutas, a criança deve receber também a sua primeira refeição salgada. Esta deve ser composta de um tubérculo ou cereal (arroz, aveia, batata, mandioquinha, mandioca, milho) + uma proteína animal (carne de ave ou bovina) + uma verdura (acelga, alface, agrião, brócolis, couve, espinafre, repolho) ou legume (abóbora, abobrinha, beterraba, berinjela, cenoura, chuchu, pepino, vagem) . Em uma segunda fase há a adoção de uma leguminosa (ervilha, feijão, lentilha). A refeição deve ser preparada com óleo vegetal e temperos naturais em pequena quantidade.

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Bacopa: uma erva asiática

A Bacopa monnieri é uma erva da família da Centella Asiática, utilizada na medicina tradicional indiana há séculos para tratamento da asma e da epilepsia.

Em estudos recentes, tem demonstrado eficiência no processo de aprendizado.

Seu uso deve ser cauteloso em indivíduos tomando anticonvulsivantes ou com doença de Alzhemer. Também não é indicada para pessoas em uso de drogas metabolizadas no fígado pelas enzimas da família CYP450, como sedativos, bloqueadores de canal de cálcio, fenitoína e medicamentos para tireóide. O uso também  é contraindicado na gestação.

Para entrar em contato envie um email por aqui.

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Alimentação do bebê prematuro

O recém-nascido prematuro precisa crescer de forma semelhante ao feto normal de mesma idade gestacional. Porém, particularmente nos bebês que nascem com o peso muito abaixo do esperado, atingir as necessidades nutricionais não é tarefa fácil. A própria imaturidade fisiológica do trato digestório, a limitada coordenação dos reflexos de coordenação e deglutição, o esvaziamento gástrico e a motilidade intestinal diminuídos limitam a ingestão, digestão e absorção de nutrientes.

A nutrição enteral, administrada por sonda é então  indicada para bebês nascidos antes de 32 a 34 semanas gestacionais ou peso inferior a 1.500 g e também para recém-nascidos que apresentem condições como doenças neurológicas, doenças cardiorespiratórias, ventilação mecânica ou má formação buco-maxilar. Os volumes devem ser sempre pequenos afim de se testar a tolerância gastrintestinal e evitar complicações como a enterocolite necrotizante. Quando esta dieta enteral mínima não é capaz de fornecer os nutrientes necessários ao pelo crescimento e desenvolvimento do bebê, a mesma é feita paralelamente à nutrição parenteral. Na dieta enteral, as necessidades podem ser supridas pelo leite materno ou por fórmulas especializadas para prematuros.

Os benefícios do leite materno estão relacionados à melhora na defesa imunológica, na função gastrointestinal, no desenvolvimento mental e na diminuição do risco de sepse e de enterocolite. Para nutricionistas em dúvida sobre o cálculo da nutrição enteral ou parenteral para prematuros recomendo o livro Nutrição Clínica na Infância e na Adolescência, da Editora Manole.

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