Por que o álcool deve ser evitado durante a gravidez?

Sim. A exposição ao álcool, durante a gravidez, pode provocar no feto complicações como a síndrome alcoólica fetal, além de problemas de desenvolvimento neurológico. Como o cérebro é o órgão mais vulnerável à essa exposição, um grupo de pesquisadores americanos buscou medir a associação entre transtornos psiquiátricos e o consumo de álcool durante a gestação. Durante a pesquisa 500 crianças foram acompanhadas em diferentes etapas de sua vida: ao nascer, aos 8 e 18 meses, aos 4, 7, 11, 14, 21 e 25 anos de idade.

Resultados:

- 17,8% das mães relataram episódios de uso pesado de álcool durante a gravidez (cinco ou mais doses de álcool por ocasião);

- 37,5% relataram abstinência ou uso em pequenas quantidades de maneira indefinida durante esse período;

- 37,5 % fizeram uso moderado de álcool (1 dose por dia para mulheres);

- As chances de manifestação de seis tipos de doenças psiquiátricas, como os transtornos de personalidade e os transtornos relacionados ao uso de substâncias químicas, foram mais do que duas vezes maior entre os jovens que foram expostos ao uso pesado de álcool durante a fase pré-natal.

Para saber mais: Helen M. Barr, Fred L. Bookstein, Kieran D. O’Malley, Paul D. Connor, Janet E. Huggins, Ann P. Streissguth. Binge Drinking During Pregnancy as a Predictor of Psychiatric Disorders on the Structured Clinical Interview for DSM-IV in Young Adult Offspring. American Journal of Psychiatry, 163:1061–1065, 2006

Andreia TorresNutricionista CRN 1685-1

 

www.andreiatorres.blogspot.com

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar clique na aba consultoria no topo da página. Obrigada por visitar esta página!

Nestlé compra unidade da Novartis

A Nestlé, maior grupo de alimentos do mundo, está comprando a Novartis por US$ 2,5 bilhões. A compra elevará em cerca de 20% as vendas de alimentos nutricionais mais caros fabricados pela Nestlé.

Fonte: Maxpress

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar clique na aba consultoria no topo da página. Obrigada por visitar esta página!

Ausência de rotulagem sobre gordura trans implicará em multa

<por Mariana Perozzi, em 12/12/06 para o ComCiência

Elas estão por toda parte. Bolos, sorvetes, batatas-fritas, salgadinhos industrializados, pipocas de microondas, margarinas e gorduras hidrogenadas. Mesmo produtos aparentemente “inofensivos”, como biscoito polvilho e bolacha maisena, carregam gorduras trans, cujo excesso eleva o nível de colesterol do organismo, favorecendo o aparecimento de doenças cardíacas. Na semana passada as autoridades sanitárias de New York proibiram o uso de gordura trans em seus restaurantes. Na Dinamarca essa gordura já foi banida há anos. Um dos poucos aliados dos consumidores para identificar a presença de gorduras trans nos alimentos é a rotulagem. Os fabricantes que ainda não declararam nos rótulos dos alimentos a quantidade dessas gorduras serão notificados até o final deste ano e, a partir de 2007, podem ser multados de R$ 2 mil a R$ 1,5 milhão pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), A lei, que exige a adequada rotulagem dos alimentos com gordura trans, está em vigor desde agosto de 2006. No entanto, uma pesquisa realizada pelo Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), quinze dias depois da aprovação da lei, revelou que mais de um terço dos produtos ainda não exibiam essa informação em seus rótulos. O Idec avaliou 370 produtos e, desses, 139 ainda não cumpriam a lei. Os mais “omissos” eram os biscoitos wafer, com 64,3% das embalagens sem informações sobre trans. As gorduras trans são largamente utilizadas pela indústria de alimentos. Elas servem para realçar o sabor, melhorar a textura, crocância, consistência e aumentar o tempo de conservação de massas e produtos de confeitaria. São formadas durante o processo de hidrogenação industrial que transforma óleos vegetais líquidos em gordura sólida. Também se formam durante um processo de hidrogenação natural (ocorrido no rúmen de animais), estando presente em pequena quantidade no leite, por exemplo, com propriedades nutracêuticas reconhecidas. Segundo a professora Marisa Regitano d’Arce, do Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição da Esalq/USP as gorduras trans “foram identificadas há mais de 30 anos, porém sempre se assumiu que eram metabolizadas como ácidos graxos saturados, tendo os mesmos efeitos danosos desses, ou seja, aumentam os níveis séricos das lipoproteínas LDL (conhecida como ‘colesterol ruim’)”. As gorduras saturadas eram, até então, consideradas as mais prejudiciais à saúde, sendo encontradas na gordura animal (carne, leite e manteiga). Na década passada, começaram a aparecer indícios nas pesquisas de que, além de aumentar os níveis da LDL, os ácidos graxos trans também reduziam os níveis de HDL, o “colesterol bom”. As margarinas foram um dos primeiros alvos na caça contra as trans. Por serem de origem vegetal, as margarinas surgiram como uma alternativa mais saudável que a manteiga, fonte de ácido graxo saturado. Descobriu-se, mais tarde, que a elevada quantidade de ácido graxo trans que continham colocava em jogo seu papel para a saúde humana. A indústria, para não perder espaço, começou a se adequar e hoje existem no mercado diversas marcas de margarina “livre de gorduras trans”, que utilizam gordura interesterificada. No processo de interesterificação química ou enzimática, os óleos vegetais são solidificados sem que tenham que ser hidrogenados e, portanto, sem que haja a formação de gordura trans. Outra alternativa usada pela indústria alimentícia são as frações saturadas de óleo de palma (dendê), que também não contém ácidos graxos trans. As tecnologias que substituem o uso das trans por outras substâncias menos prejudiciais à saúde naturalmente incorrem em um aumento de custos para a indústria, por demandarem adaptações de processos ou novos insumos e nem sempre os produtos finais apresentam as características de cremosidade ou textura desejados”, diz a professora da Esalq. Por isso, há uma constante necessidade de pesquisa de desenvolvimento. As trans podem ser substituídas em praticamente todas as aplicações, mas os novos ingredientes podem custar até 25% mais, exigindo a readequação das formulações dos alimentos. Embora não seja um caminho fácil, a indústria alimentícia vai ter que se adaptar, seja em função das exigências legais ou da pressão do mercado, pois esta é uma questão de saúde pública. Estudos indicam que, além de aumentar o risco de doenças cardiovasculares, a gordura trans também causa um aumento da produção dos hormônios pró-inflamatórios do corpo (prostaglandina E2) e inibição dos tipos anti-inflamatórios (prostaglandinas E1 e E3), fazendo com que o organismo fique mais vulnerável a condições inflamatórias. Adicionalmente, a presença de gorduras trans na membrana celular enfraquece sua estrutura e sua função protetora, permitindo que microorganismos patogênicos e substâncias químicas tóxicas penetrem na célula com mais facilidade, afetando o sistema imunológico. Embora a mídia venha alardeando as gorduras trans como uma das grandes vilãs para o bom funcionamento do coração, Marisa d’Arce acredita não haver razão para tanto alarmismo, pois se sabe que a dieta e a forma de vida das pessoas podem contornar vários problemas. “O problema é a somatória de fatores: vida sedentária, alto consumo de gordura, falta de fibras, de vitaminas e outros componentes de ação antioxidante ou anti-radicais livres na dieta, tabagismo, e por aí vai. Tudo depende da quantidade e freqüência”, diz.>

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar clique na aba consultoria no topo da página. Obrigada por visitar esta página!

Receitas para crianças

A revista Saúde! publicou uma reportagem muito legal sobre obesidade infantil que pode ser conferida no site: http://saude.abril.com.br/esp_nutri_infantil/brincadeira_02.shtmlLá, você encontrará receitas que parecem deliciosas. Teste!

Hambúrguer de cenoura

Ingredientes

3 cenouras raladas
1 maçã sem casca ralada
1 clara de ovo
1/2 xícara de chá de cebola
3 colheres de sopa de aveia
2 colheres de sopa de salsa
Sal a gosto
1/2 xícara de chá de farinha de rosca
Azeite de oliva para untar

Modo de preparo

Esprema a cenoura para retirar o excesso de suco e misture com a maçã, a clara, a cebola, a aveia e a salsa. Tempere com sal. Faça bolinhas achatadas no formato de hambúrguer. Passe-as na farinha de rosca. Unte uma frigideira antiaderente com o azeite e frite-as.

Brigadeiro de cenoura

Ingredientes

1 cenoura ralada no ralo grosso
1 xícara de chá de água
1 1/2 xícara de chá de leite em pó
2 colheres de sopa de Maizena
1/2 xícara de chá de açúcar
1 colher de sopa de margarina
Coco ralado para cobrir
Margarina para untar

Modo de preparo

Bata no liquidificador a cenoura, a água, o leite em pó, a Maizena e o açúcar até que todos os ingredientes estejam incorporados. Transfira para uma panela média, junte a margarina e leve ao fogo baixo, mexendo até aparecer o fundo da panela. Despeje em um prato levemente untado. Deixe esfriar. Com as mãos untadas, faça bolinhas e passe no coco ralado.

Pizza colorida

Ingredientes

Purê de beterraba

1 beterraba grande
1/2 copo de água

Massa

1 xícara de chá de leite
2 xícaras de chá de farinha de trigo
1 colher de sopade fermento biológico
2 colheres de sopa de óleo de soja
1 pitada de sal

Recheio

150 gramas de palmito
100 gramas de cogumelos
200 gramas de mussarela
3 tomates cortados em cubos pequenos e temperados com sal, orégano e manjericão

Modo de preparo

Cozinhe a beterraba previamente lavada com casca. Bata-a no liquidificador com 1/2 copo de água até que forme um purê. Numa tigela, misture todos os ingredientes da massa e o purê de beterraba até obter uma mistura homogênea. Abra a massa e asse em forno previamente aquecido por cinco minutos. Disponha os ingredientes do recheio e leve novamente ao forno por cinco minutos.Bolo diferenteIngredientes3 beterrabas médias1 xícara de chá de suco de laranja3 ovos (reserve as claras)1 xícara de chá de açúcar2 colheres de sopa de margarina3 xícaras de cháde farinha de trigo1 colher de sopa de fermento em póModo de preparoBata no liquidificador as beterrabas e o suco de laranja até obter uma mistura homogênea. Numa tigela, junte as gemas com o açúcar e a margarina. Acrescente a farinha de trigo e por último as claras em neve e o fermento. Bata bastante. Leve ao forno para assar.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar clique na aba consultoria no topo da página. Obrigada por visitar esta página!

Café da manhã

Todo mundo já ouviu falar: o café da manhã é a refeição mais importante do dia já que fornece ao corpo energia para repor o jejum noturno durante o sono. O café da manhã também nos ajuda a concentrar melhor no trabalho ou nos estudos durante o dia além de contribuir para a manutenção do peso saudável.
Para algumas pessoas esta é uma refeição essencial também porque é o único horário onde alimentos riquíssimos em cálcio como o leite, o iogurte, a coalhada e o queijo estão presentes. As fibras, essenciais para o bom funcionamento intestinal e para o controle do colesterol, também devem fazer parte desta refeição. Inclua frutas, pães integrais, iogurtes com fibra ou cereais matinais neste horário.
Alguns itens devem ser evitados no café da manhã, já que são ricos em gordura saturada ou hidrogenada, que aumentam o risco de doenças cardiovasculares:
bolos prontos ou com recheio e cobertura, doughnuts, waffles, salsichas, ovos fritos, pizzas e hamburgueres.

Bonnapetit!

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar clique na aba consultoria no topo da página. Obrigada por visitar esta página!
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Consumidor quer informações sobre o que come

O número crescente de pessoas que se alimentam fora de casa é acompanhado pelo também crescente número das que gostariam de ter acesso a maiores informações sobre o que lhes é servido, mesmo em restaurantes que já disponibilizam informações nutricionais aos seus clientes. É o que mostram pesquisas realizadas por Michele Sanches e Vanessa Maestro, alunas do curso de doutorado em Alimentos e Nutrição da Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) da Unicamp, orientadas pela professora Elisabeth Salay.

Na pesquisa elaborada por Sanches, entre 250 consumidores (metade homens, metade mulheres) residentes em Campinas e que costumam alimentar-se fora de casa, 64% deles concordaram que “deveriam ser lançadas campanhas para esclarecer a população como interpretar as informações nutricionais sobre os alimentos”. Esse anseio, no entanto, por enquanto é quase uma utopia: ainda não existe nada regulamentado sobre a obrigatoriedade de fornecimento dessas informações pelos restaurantes e as constatações das pesquisadoras foram que as ações nesse sentido ainda são incipientes. Há um longo caminho a ser percorrido até que os gerentes e donos de restaurantes resolvam atender a essa necessidade.

O estudo de Sanches buscou identificar a freqüência do consumo de refeições fora de casa, que tipos de estabelecimentos eram mais freqüentados, os fatores que influenciam a escolha dos locais e quais as atitudes dos consumidores em relação à informação nutricional. A pesquisa constatou que o almoço é a refeição realizada com maior freqüência fora do domicílio, que o self service é o local preferido pelos entrevistados e que quase 89% deles têm realmente uma atitude positiva com relação às informações nutricionais fornecidas pelos restaurantes.

Já Maestro se ocupou em identificar iniciativas de fornecimento de informação nutricional em restaurantes de Campinas. Ela conversou com 114 gerentes, sendo 20 de estabelecimentos do tipo fast food e 94 do tipo full service, sorteados aleatoriamente entre as cinco regiões do município. Esse estudo contabilizou quantos dentre eles oferecem tais informações e de que tipo (se informam o conteúdo de calorias, gorduras ou a existência de opções light, por exemplo), além de avaliar se havia cálculo nutricional e, caso não houvesse, por qual motivo. A pesquisa levantou ainda os meios utilizados para veicular as informações (cardápio, folders, página eletrônica), as vantagens e dificuldades alegadas pelos gerentes que não oferecem informação nutricional e a quantidade de estabelecimentos que contam com um responsável técnico.

Somente 25,4% dos restaurantes analisados por Maestro fornecem informação nutricional e esse índice é maior entre os restaurantes fast food. O tipo de informação mais empregado é a declaração de nutrientes, com destaque para a informação do valor energético e de macronutrientes (proteínas, gorduras e carboidratos que fornecem quilocalorias) de alguns pratos. O local mais usado para a disposição das informações é o cardápio, com 48,3% das citações.

Entre as conclusões do estudo, uma das mais interessantes para a pesquisadora é que a implementação de informação nutricional nos restaurantes, de acordo com os gerentes, não alcançou a expectativa deles em aumentar o faturamento. “Percebe-se que esse fator é motivo de grande preocupação, sendo referido como uma das dificuldades mais importantes na manutenção desse tipo de ação”, relata Maestro. Em relação às dificuldades imaginadas pelos gerentes que não adotam a informação nutricional, percebeu-se que há uma preocupação maior com o custo para a elaboração da informação nutricional do que com fatores relativos aos funcionários (falta de tempo ou capacitação) e ao cardápio (falta de um receituário padrão, grande variedade de preparações).

Com base nesses dados, Sanches acredita que os proprietários e gerentes dos restaurantes só irão se ocupar em fornecer essas informações se o consumidor solicitá-las, levados pela competitividade: quem fornecer o que o consumidor está pedindo fica com essa fatia de mercado. Por isso, avalia, a mudança começaria a partir de um consumidor consciente.

Essa consciência, na opinião de Maestro, exige um trabalho contínuo e de longo prazo. Ela defende que o ensino fundamental deveria ter disciplinas de nutrição em seu currículo, como forma de estimular as crianças a ler e aplicar no cotidiano as informações nutricionais. “Crianças menos conscientes sobre a importância de uma dieta saudável serão adultos menos educados e motivados para tanto”, aponta. “A mídia também tem sua parcela de culpa, pois incentiva o consumo de alimentos calóricos, ricos em sódio e gorduras, como os sanduíches, e não incentiva o consumo de frutas, verduras e legumes”, acusa. Em sua opinião, os nutricionistas poderiam estimular seus clientes que necessitam de uma dieta de baixas calorias a exigir esse tipo de informação nos restaurantes que freqüentam ou mesmo reivindicar a criação de novos pratos mais saudáveis.

O grande desafio, define Maestro, está em o consumidor não somente ler mas entender e fazer uso das informações nutricionais. “É preciso que sejam elaborados programas com estratégias bem definidas, com recursos didáticos pertinentes, com avaliação de impacto para definirmos qual é a melhor estratégia a ser usada”, defende. No entanto, lamenta, no Brasil o assunto é novo, ainda não existe nada a respeito. Ela acredita que uma das ferramentas que conseguirá atingir toda a população é a pirâmide alimentar. Trata-se de uma proposta educativa que esclarece o papel de cada alimento no organismo e apresenta as porções recomendadas para o consumo diário. A partir dela poderiam ser elaborados cardápios balanceados e toda essa informação poderia ser transmitida, por exemplo, por meio de cartazes fixados ao longo da fila nos restaurantes.

Outras estratégias sugeridas por Maestro seriam que fossem fornecidas informações nutricionais no cardápio e que se instalasse também um glossário próximo ao buffet sobre definições, funções dos nutrientes, etc. E se possível, que houvesse um nutricionista para tirar dúvidas dos clientes, caso fosse requisitado.

Fonte: http://www.comciencia.br/comciencia/?section=3&noticia=239

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