Acupuntura sem agulhas para emagrecimento

Você já ouviu falar de acupuntura sem agulhas? Vários estudos científicos vem mostrando que o procedimento, também chamado de técnica de liberação emocional, EFT ou tapping, contribui para a redução da ansiedade, para a diminuição do cortisol (hormônio do estresse) para o aumento da autoestima e das chances de emagrecimento. 

Existem obstáculos que podem impedir alguém de perder peso. Estes obstáculos são geralmente emocionais. Por isso, quando os bloqueios emocionais não são trabalhados dificilmente alguém tem sucesso duradouro nas diferentes tentativas de perda de peso.

A EFT (emotional freedom technique) é um instrumento utilizado justamente para romper esses bloqueios e acabar com a vontade forte de comer qualquer coisa a qualquer hora. E o processo é fácil, podendo ser feito por qualquer pessoa, em qualquer lugar.

Diferentemente da acupuntura tradicional, não são utilizadas agulhas mas são feitas pressões (tapping ou pequenas batidinhas) em certos pontos energéticos. Ao mesmo tempo em que estes pontos são estimulados são ditas frases de afirmação que tem como intuito a neutralização de traumas ou de pensamentos sabotadores.

Fiz nutrição mas acabei me especializando em práticas complementares e fazendo doutorado em psicologia pois só conseguimos tratar o corpo se também tratamos a mente. Em meu curso online de emagrecimento trabalho diversas técnicas para promover a perda de peso sem sofrimento. Dou dicas de nutrição, meditação, práticas de yoga para redução da ansiedade, técnicas de neurolinguística e EFT para reprogramação emocional.

O curso permite que você entre em contato comigo sempre que desejar, para que possa sanar suas dúvidas e mantenha-se motivado durante o processo de emagrecimento.

 

 

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar clique na aba consultoria no topo da página. Obrigada por visitar esta página!

A arritmia cardíaca é a principal causa de morte súbita no mundo. Saiba o que fazer para reduz o risco.

Morte súbita é a morte inesperada, instantânea, ou que ocorre na primeira hora após o início dos sintomas. Distúrbios no ritmo do coração fazem com que suas contrações sejam menos eficientes. Na maior parte das pessoas, a frequência cardíaca varia entre 60 e 80 batimentos por minuto. Mas a frequência pode aumentar durante a atividade física ou estresse e diminuir durante o repouso, sono ou em indivíduos bem condicionados fisicamente. É considerada uma taquicardia um aumento da frequência cardíaca acima de 100 batimentos por minuto. São anormalidades quando ocorrem em repouso ou durante o sono. 

A morte é, na maioria das vezes, causada por parada cardíaca devido à arritmia. Contudo, as disfunções cardíacas também podem ser oriundas de obesidade, diabetes, hipertensão arterial mal controlada, isquemia, infarto, problemas genéticos ou congênitos ou doença de chagas. 

Os sintomas da arritmia incluem palpitações, "batedeira" no peito, sensação de falhas dos batimentos cardíacos, cansaço, tontura, mal-estar ou desmaios. Como a parada cardíaca pode ser repentina (sem aviso prévio) a regra básica é não esquecer da avaliação de rotina, que deve ser anual. Além disso, o cardiologista deve ser procurado caso apareçam sintomas como escurecimento da visão, falta de ar, dor no peito, cansaço excessivo ou síncopes (perda da consciência).

Dependendo da condição do paciente podem ser prescritos medicamentos para controle d ritmo cardíaco ou procedimentos como ablação ou implante de desfibriladores (marcapasso). Indivíduos com arritmias devem controlar o peso e praticar atividade física moderada. A atividade física de alta intensidade nem sempre é recomendada pois aumenta a quantidade de substâncias inflamatórias no sangue causando ainda mais danos cardíacos.

Para reduzir a inflamação corporal adote uma dieta baseada em frutas e verduras, consuma mais açafrão, gengibre, chás e menos carnes (principalmente processadas), açúcar e farináceos. 

Saiba mais sobre o tema no site da SociedadeBrasileira deArritmias Cardíacas (SOBRAC).

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar clique na aba consultoria no topo da página. Obrigada por visitar esta página!

Como comer chocolate sem engordar?

O chocolate é um alimento feito a partir da amêndoa do cacau, fermentada e torrada. É uma delícia. Tanto é que muitas pessoas assumem-se chocólatras. Já tentaram dietas para passar longe dele mas não adiantou. Então será que a solução é mesmo excluí-lo de vez? Talvez não. Neste vídeo discuto esta questão. A vida não precisa ser cheia de restrições e dá sim para colocar o chocolate dentro de um cardápio saudável, inclusive de dietas de emagrecimento. Gostou ou ficou com alguma dúvida? Deixe um comentário! Responderei com o maior prazer.
Baixe gratuitamente o eBook "alimentação consciente": http://andreiatorres.com.br/blog/ebook-consciente

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Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar clique na aba consultoria no topo da página. Obrigada por visitar esta página!

Fatores que influenciam nossos hábitos alimentares

Os hábitos alimentares de uma pessoa caracterizam a forma como ela se alimenta e como prepara o cardápio que será consumido. São vários os fatores que influenciam estes hábitos alimentares. Vejamos alguns:

  • Influências culturais.

    Os hábitos alimentares no Brasil sofreram diversas influências por parte das pessoas responsáveis pela colonização do país em diversos momentos e locais. Portugueses, espanhóis, indígenas, africanos, alemães, japoneses, árabes e tantos outros povos influenciaram nossa culinária e o que hoje comemos. Dependendo da suas influências talvez você esteja acostumado a consumir mais vegetais, ou peixes, ou tubérculos...

  • Genética

Algumas pessoas sentem mais fome, outras sentem menos fome. Uma das razões é a herança genética. Apesar de não podemos mudar a base de nossa estrutura física podemos fazer escolhas saudáveis para termos um corpo saudável e desenvolvermos grande respeito por nossa história, ancestralidade e corpo atual.

  • Recompensa e castigo

Muita gente teve a experiência na infância de que só poderia comer a sobremesa se limpasse o prato do almoço. Doces poderiam ser recompensa ou castigo. Durante a vida continuamos a nos castigar, comendo menos quando estamos insatisfeitos com o corpo, comendo coisas menos saudáveis quando somos legais e "merecemos" algo diferente. Nossos pensamentos influenciam nossos pensamentos, nossas reações e nossas escolhas alimentares.

  • Sensação de fome e saciedade

Deveríamos comer quando temos fome e não comer quando estamos saciados. Mas pouca gente come apenas quando tem fome. O alimento muitas vezes entra na nossa vida quando estamos estressados, chateados, entediados, quando queremos conforto, carinho ou amor. Mas quando vivemos no piloto automático, não resolvendo questões internas e substituindo a falta de algo por comida, não só acumulamos gordura, como alteramos a capacidade natural do corpo em perceber as sensações de fome e saciedade. Estas sensações são muito importantes para nossa saúde. Não é que nunca possamos comer algo só por gula ou prazer, mas quando isso passa a ser o comum e não o eventual o corpo sofre.

  • Sedentarismo

Pessoas mais ativas tendem a se alimentar de forma mais saudável, tendem a ter mais consciência corporal, a ouvir mais as próprias necessidades, fazendo melhores escolhas. Adote um estilo de vida saudável. Menos tempo em frente à TV também reduzirá sua exposição a propagandas de alimentos e bebidas industrializadas. Você sabia que quanto mais as pessoas assistem a estes comerciais mais consomem alimentos ultra-processados e ruins para a saúde?

  • Pressão social

Comer com a família e cos amigos é maravilhoso, mas quando estamos com pessoas que sempre escolhem pizza, sorvete, alimentos fritos, bebidas alcoólicas ou alimentos processados temos a tendência a também comer mais destes itens. Por outro lado, se estamos com pessoas que consomem mais alimentos naturais, mais frutas e verduras também tendemos a optar por este tipo de alimento com mais frequência. Provavelmente você já foi na casa de um parente que disse: "mas você vai comer só isso?", quando na verdade você já está mais que satisfeito. A pressão social pode acabar afetando o que comemos e também a quantidade de comida que ingerimos.

  • Condição econômica

Quando você tem mais dinheiro pode se dar ao luxo de escolher os alimentos mais saudáveis, pode comprar mais frutas e verduras orgânicas, ir a restaurantes cujos cardápios oferecem mais opções nutritivas. Mas quando o dinheiro aperta as restrições aumentam e a qualidade da dieta pode sofrer.

  • Preguiça

Mesmo pessoas disciplinadas às vezes chegam em casa cansadas e pensam: "não aguento cozinhar hoje, vou ligar pra pizzaria". Por isso, programar o que vai comer durante a semana é uma das estratégias importantes para quem precisa controlar o peso, para quem tem alguma restrição devido a um problema de saúde ou simplesmente para que quem quer sempre comer de forma mais saudável. Preparar alimentos nutritivos com antecedência, congelar algumas coisas, fazer marmitinhas são estratégias possíveis para quem tem pouco tempo para se dedicar à cozinha.

  • Qualidade do sono

Pessoas que dormem muito tarde tendem a produzir mais cortisol, um hormônio que aumenta a compulsão e o estoque de gordura no organismo. Observe se não está dormindo menos do que seu corpo necessita para se reparar e se manter em equilíbrio.

  • Estresse

Hormônios do estresse afetam a digestão, aumentam o desejo por carboidratos, aceleram o acúmulo de gordura no corpo e geram catabolismo (perda) muscular. No mundo corrido em que vivemos é importante que cada um descubra a melhor estratégia para relaxar. Atividade física, meditação, yoga, técnicas de mindfulness (atenção plena), mais horas de sono, passeios na natureza, saídas com os amigos, leitura, música, brincadeiras são algumas das estratégias que podem funcionar para você. 

Que fatores mais afetam seu consumo alimentar? Alguns destes ou outros?

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar clique na aba consultoria no topo da página. Obrigada por visitar esta página!

Não tenho Instagram

Sempre me perguntam qual é minha conta no Instagram, mas não tenho. Já tive e até gostava bastante do aplicativo. Sou uma pessoa visual e ver imagens de roteiros turísticos, acompanhar o trabalho de fotógrafos, artistas visuais, ativistas ambientais, as paisagens da National Geographic, além de gatos, cachorros e bebês fazendo fofurices era um bom passatempo. Então, durante o doutorado resolvi dar um tempo da minha conta. Queria aproveitar meu pouco tempo livre com outras atividades, como passeios pela cidade, jantares com os amigos, yoga e meditação.

Depois da defesa ensaiei voltar ao Instagram mas o mesmo já não tinha mais o mesmo charme. As coisas legais continuavam lá mas o aplicativo havia sido invadido por propagandas e pessoas que passavam o dia falando de dieta, de exercício, do próprio corpo sarado, do melhor shake para emagrecer, do mais novo suplemento para ganhar massa magra. E o pior, como sou nutricionista e fui professora universitária por mais de 10 anos frequentemente era marcada em publicações de colegas e ex-alunos. Alguns posts eram muito bons mas a maioria começou a me dar desespero. Profissionais competentes (e outros nem tanto) haviam se dobrado às pressões do mercado e agora também mostravam suas séries da academia, sua barriga tanquinho e suas frases de efeito em troca de mais seguidores. Sim, profissionais de saúde também possuem barrigas, também fazem atividade física, também podem ser sarados, também querem ser admirados, elogiados, amados. Mas qual é o papel destes profissionais em um mundo que já valoriza em excesso a aparência?

De fato, novos estudos vem mostrando que plataformas como o Instagram, apesar de seus inúmeros pontos positivos, também tem um lado perverso. Pesquisadores conseguiram demonstrar que crianças e adolescentes expostos às imagens de celebridades, blogueiras fitness, fotos de antes e depois de dietas (publicadas por leigos ou profissionais) possuem maior risco de desenvolverem desordens alimentares e transtorno dismórfico corporal

Jovens têm maior probabilidade de sentirem-se tristes, frustrados, isolados, com menor auto-estima ou deprimidos após compararem a própria vida com aquela mostrada pelas pessoas no Instagram.  Pesquisa da Universidade de Londres mostrou que o uso do Instagram pode ser um dos gatilhos para a ortorexia nervosa (obsessão pela alimentação saudável). Passar o dia olhando receitas de sucos detox ou posturas de yoga pode parecer inofensivo, mas para algumas pessoas é o gatilho para o desenvolvimento de um transtorno mental. A inspiração para comer mais frutas e verduras, reduzir carboidratos simples, glúten, laticínios ou qualquer outro grupo desnecessariamente e praticar mais atividade física pode esconder transtornos obsessivos compulsivos, perfeccionismo, culpa. A ortorexia também é alta entre nutricionistas, educadores físicos e instrutores de yoga (Turner & Lefevre, 2017). Para alguns, olhar fotos de comida  também pode interferir no prazer de comer, principalmente quando o mais importante passa a ser a foto, o posicionamento adequado do prato e as inúmeras edições em busca de mais likes (curtidas). Não conheço pesquisa no Brasil, mas nos EUA 54% das pessoas usam o Instagram justamente para mostrar o que estão comendo e 42% para ler dicas sobre comida e alimentos saudáveis.

As comissões de ética dos conselhos de medicina e nutrição não permitem a exposição de pacientes com fotos antes e depois de dietas, procedimentos estéticos ou cirurgias mas frequentemente é o que se vê.  Se você tem filhos, será que estas influências estão sendo as melhores para eles? Vale a pena pelo menos conversar. Afinal, nem todo mundo deseja sair do aplicativo. Sugiro algumas reflexões, que valem para você e para as pessoas que ama. As perguntas podem ser adaptadas, dependendo da idade da pessoa com quem você está conversando:

  • Que tipo de pessoas você gosta de acompanhar?
  • Você gosta de olhar fotos de pessoas fazendo dietas, em forma, exercitando-se? Por que?
  • O que você sente ao se comparar com pessoas que parecem ter "corpos perfeitos"?
  • Você passa mais de 3 horas por dia pensando em comida?
  • Você passa muito tempo pensando na sua aparência? Estes pensamentos interferem em sua vida? De que forma?
  • Você liga para o que os outros vão falar a respeito da sua aparência?
  • Você passou a pensar mais em comida ou no formato do próprio corpo ao entrar no Instagram? Sua qualidade de vida melhorou ou piorou?
  • Você segue as dicas de dieta ou exercícios de pessoas da internet?
  • Você se pune se comer algo "fora da sua dieta"?
  • Você deixa de viver a vida para seguir o que as pessoas estão fazendo no Instagram? 
  • Sua autoestima aumentou ou piorou depois de começar a seguir certas pessoas?
  • Você critica pessoas que não se alimentam apropriadamente ou não seguem determinada dieta/plano de exercícios?
  • Você critica as pessoas que não tem a mesma força de vontade que você?
  • Sua dieta/estilo de vida te isola?
  • Você conseguiria ficar uma semana sem usar nenhuma rede social? Gostaria de tentar? O que podemos fazer nos horários livres? 

Entrar em contato com o mundo real pode ser mais divertido do que você pensa. Recomendo um detox eventual de redes sociais. Você pode até gostar!

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar clique na aba consultoria no topo da página. Obrigada por visitar esta página!
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Série alimentação consciente (vídeo 3): não siga as modas

No terceiro vídeo da série alimentação consciente falo das dietas da moda (aquelas que não prestam).

Dez dicas de alimentação consciente para quem quer emagrecer:

  1. Escute seu corpo: antes de colocar um monte de comida no seu prato pare por um momento e verifique se está com fome. Se estiver com fome, pergunte-se: qual é o tamanho da sua fome?
  2. Use pratos menores. Quando vamos ao self-service e pegamos aquele pratão gigante acabamos colocando mais comida e comendo mais. Em casa também use pratos menores. O visual é importante. Um pratão grande que parece vazio vai te deixar menos satisfeito do que um prato pequeno que parece cheio!
  3. Seja esperto quando for comer fora. Vão querer te empurrar entrada, pãezinhos, prato principal, sobremesa. Pode até estar barato, mas você precisa? E não tenha vergonha de pedir para embalar se a fome acabou e a comida sobrou!
  4. Deixe as travessas na cozinha. Mesa posta é bonito mas quando estamos ali sentados em frente às travessas acabamos repetindo e comendo mais. Sirva-se na cozinhe, guarde o que sobrou e mastigue bem o que escolheu para por no prato.
  5. Coma sempre na mesa. Quando comemos em frente à TV, trabalhando no computador ou envolvidos em outras atividades acabamos ingerindo calorias extras sem nem perceber.
  6. Beba água. A hidratação é super importante para quem quer emagrecer. Um cérebro desidratado confunde-se e solicita comida. 
  7. Faça compras com sabedoria. Comprar mais comida do que você precisa pode ter dois destinos: sua barriga ou o lixo. Para evitar desperdícios, compre apenas o que você precisa. E evite levar guloseimas para casa. Deixe os alimentos açucarados para ocasiões especiais. 

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Baixe gratuitamente o ebook sobre alimentação consciente aqui.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar clique na aba consultoria no topo da página. Obrigada por visitar esta página!