Estresse oxidativo na Síndrome de Down

A síndrome de Down é a causa genética mais comum de deficiência intelectual. O estímulo precoce garante o adequado desenvolvimento motor e cognitivo das pessoas com a trissomia do cromossomo 21. Programas de fisioterapia, terapia ocupacional e fonoaudiologia são importantes, assim como a alimentação adequada. Para que os ganhos não sejam perdidos durante a vida adulta, especialmente a partir dos 40 anos, o estresse oxidativo deve ser limitado. Indivíduos com síndrome de Down produzem mais radicais livres, em decorrência da superexpressão do gene superóxido dismutase (SOD-1). No cérebro o estresse oxidativo aumentado contribui para a aceleração da demência na velhice.

Atrofia do hipocampo (principal região relacionada à memória)

Atrofia do hipocampo (principal região relacionada à memória)

A dieta adequada associada à suplementação de antioxidantes vem sendo investigadas na redução do estresse oxidativo e prevenção do Alzheimer. Apesar do pequeno tamanho do efeito das intervenções ser em geral baixo, existe a expectativa de que as medidas dietoterápicas tenham efeito a longo prazo, visto que uma pessoa se alimenta por toda a vida várias vezes ao dia.

A nova turma do grupo de estudos em Síndrome de Down se iniciará dia 07/09/2017 (quinta-feira) e teremos oportunidade de abordar estes e outros assuntos relevantes para a melhor saúde e qualidade de vida destes indivíduos. Reserve sua vaga!

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Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar clique na aba consultoria no topo da página. Obrigada por visitar esta página!