Pescado

Animal de água doce ou salgada, obtido para fins alimentares. Pode-se utilizar carne, ovas e ovos. Os mesmos podem ser classificados para fins de comercialização em:
- Peixes finos: namorado, cherne, garoupa, vermelho, badejo, robalo, salmão (peixes de águas mais frias e profundas);
- Peixes populares: corvina, sardinha, pescada, cavalinha (peixes de água morna, rasa ou lamacenta).
Os peixes tem uma digestibilidade bem mais fácil do que a da carne vermelha por não conterem tecido conjuntivo. Além de serem fonte de proteína, os peixes de água salgada também são fonte de iodo. O óleo de fígado de peixes também é fonte de vitaminas A e D.
Os peixes se deterioram facilmente por isto o ideal é comprá-los perto do local de pesca. Em supermercados e cidades afastadas é muito importante ficar atento às características que identificam a qualidade do produto.
O peixe fresco possui carne firme, elástica e resistente à pressão dos dedos, a carne é branca, rosada, com reflexos madrepérola. A cauda é firme em direção ao corpo, o cheiro é característico e os olhos são salientes e brilhantes. As guelras são vermelhas e as escamas estão bem aderidas à pele que é brilhante e úmida. O ventre não pode estar abaulado, flácido ou volumoso.
Para reconhecer ostras frescas observe se as conchas estão duras, bem ajustadas. Observe também se a carne é sólida, de cor clara e brilhante, sem adição de água. O líquido deve ser claro e brilhante e o cheiro, característico.
Camarões frescos tem carne firme, de cor branco-acizentada tornando-se rosada após cozimento. Caramões alterados desintegram-se com facilidade, têm cheiro e gosto forte e desagradável.
Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar clique na aba consultoria no topo da página. Obrigada por visitar este blog.