Idosos saudáveis possuem intestino saudável

Intestino e cérebro estão conectados de várias formas, pelo nervo vago, por vasos linfáticos e também por substâncias que passam pelo sangue e sinalizam o que está acontecendo com os tecidos. Estudos mostram que um intestino inflamado gera mais neuroinflamação e maior risco de acúmulo de placas beta-amilóides e Alzheimer.

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 envelhecer com saúde? Essa pergunta é tão importante quanto difícil de ser respondida. Sabemos que estilo de vida é tão crucial quanto a genética, mas não o quê, exatamente, faz a diferença entre uma velhice difícil e uma velhice saudável.

Na China, um estudo mostrou que os idosos com saúde acima da média tem um conjunto de bactérias intestinais (microbiota) quase idêntico ao de pessoas na faixa etária dos 30 anos (Bian et al., 2017)

Normalmente, conforme uma pessoa envelhece menor se torna a diversidade de bactérias boas (probióticas) no intestino). É neste momento que as bactérias oportunistas, causadoras de doenças, ganham espaço.  Mas a queda na biodiversidade do intestino não precisa ser obrigatória. A dieta saudável, rica em frutas, hortaliças, fibras, micronutrientes e a reposição de probióticos em momentos chave preserva a saúde intestinal, reduz a produção de toxinas e a inflamação do tecido.

Para saber mais sobre o tema converse com seu nutricionista.

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Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar clique na aba consultoria no topo da página. Obrigada por visitar esta página!

Sua promessa de ano novo foi emagrecer? O que aconteceu?

Uma das resoluções mais comuns no ano novo é a perda de peso. Os consultórios de nutrição lotam em janeiro mas muita gente se perde pelo caminho. O ano está quase acabando. Em breve estaremos novamente sentados com a família para a ceia de natal. E como ficou o emagrecimento? Gravei um vídeo especial sobre o tema para quem quer repensar o percurso de cuidados com a saúde (e quem sabe emagrecer) ainda este ano:

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar clique na aba consultoria no topo da página. Obrigada por visitar esta página!

Nutrição na prevenção do câncer de pele

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O câncer de pele é provocado pelo crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a pele, e o seu tipo irá variar de acordo com a camada e célula afetada. Os mais comuns são o carcinoma basocelular, o carcinoma epidermóide e os melanomas.
O carcinoma basocelular e o carcinoma epidermóide são designados como câncer de pele não melanoma, sendo o tipo mais frequente na população. Já o melanoma é menos frequente e mais agressivo.

Apesar do câncer de pele ser de fácil tratamento se identificado no início, pode matar se não tratado. A radiação ultravioleta é o principal fator de risco para o desenvolvimento de câncer de pele, porém outros fatores, como os fatores ambientais (radiação ionizante, intoxicação por metais pesados- arsênico, deficiência de nutrientes antioxidantes) e fatores genéticos (história familiar, tipo de pele) contribuem para o seu desenvolvimento.

Os antioxidantes presentes na alimentação podem atuar ajudando a diminuir os danos oxidativos causados pela radiação UV ou outros compostos com potencial de alterar o DNA celular. Vários alimentos são fontes de antioxidantes, como:

– Carotenóides: melancia, tomate, cenoura, abóbora, mamão, acerola, goiaba, manga, goji berry, espinafre, abóbora. 

– Vitamina C: laranja, morango, acerola, goiaba, mamão, goji berry, lichia, abacaxi, kiwi, camu camu, pimentão, tomate.

– Vitamina E: gérmen de trigo, semente de girassol, avelã, óleo de girassol, amendoim, castanha do pará, amêndoa, pistache, abacate, azeite de oliva.

– Zinco: ostras, nozes, castanhas, semente de abóbora, aveia, frutos do mar.

– Selênio: castanha do Brasil, aveia, arroz integral.

Saiba mais no vídeo de hoje:

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar clique na aba consultoria no topo da página. Obrigada por visitar esta página!
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Não abuse do boldo!

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O boldo é uma planta medicinal excelente para o tratamento da má digestão. Catequinas e compostos fenólicos possuem propriedades antiinflamatórias e conferem à folha um sabor amargo. A planta também é fonte de boldina, protetora do fígado e da vesícula.  

Para fazer o chá de boldo deve-se adicionar 20g da planta em 1 litro de água fervente. O chá pode ser tomado quente ou frio durante todo o dia.

Apesar de seus efeitos medicinais o chá não deve ser consumido durante muito tempo. Enquanto a baixa dosagem protege o fígado altas dosagens possuem o efeito contrário. A literatura médica mostra que 15 dias de macerado de boldo desencadeia hepatite por excesso de princípios ativos no fígado.

Também é bom lembrar que gestantes e mulheres que amamentam não devem fazer uso do boldo, assim como pacientes com pancreatite, hepatite e cirrose.

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Benefícios do tempero baiano

O tempero baiano é uma mistura de especiarias, que trazem o sabor da Bahia de uma forma prática e versátil. Além de oferecer um sabor especial para suas receitas, ajuda a reduzir o sal de adição e a pressão arterial.

A receita básica do tempero baiano leva:

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  • Pimenta-vermelha (Capsicum sp.) - 6,6%
  • Coentro em pó (Coriandrum sativum) - 13,3%
  • Açafrão (Curcuma longa) - 13,3%
  • Pimenta-do-reino (Piper nigrum) - 13,3%
  • Orégano (Origanum vulgare) - 26,6%
  • Cominho (Cuminum cyminum) - 26,6%

Todos estes condimentos possuem propriedades protetoras. Vamos lá:

  • Pimenta-vermelha: contém capsaicina, que eleva naturalmente a temperatura do corpo, ajudando a queimar calorias;
  • Coentro: rico em cálcio, potássio, ferro, magnésio e manganês. Ajuda a controlar a pressão arterial, reduz produção de gases intestinais;
  • Açafrão: fonte de curcumina, um importante antioxidante, antiinflamatório, neuroprotetor e anticancerígeno. Também ajuda a diminuir dores em doenças inflamatórias e autoimunes;
  • Pimenta-do-reino: fonte de piperina com ação antioxidante e potencializdora da absorção da curcumina do açafrão; 
  • Orégano: fonte de vitamina C, compostos fenólicos e flavonóides com ação antioxidante eantimicrobiona;
  • Cominho: funcão antioxidante e antifúngica. Fonte de magnésio, cálcio, potássio, carotenóides e vitaminas do complexo B. Melhora a digestão e reduz produção de gases.
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Causas da tireoidite de Hashimoto

As células do sistema imune T auxiliares podem se transformar em células Th1, Th2 ou Th17. O aumento de Th17, por sua vez, aumenta a produção de células T reguladoras (Treg).  As células Th17 produzem interleucina 16 (IL-17) bem como fator de necrose tumoral (TNF). 

A produção de Th17 é maior à meia-noite. Combate fungos e algumas infecções bacterianas. Tregs também ajudam a combater bactérias. O aumento de Th17 também pode ser anticancerígeno.

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Os níveis normais de IL-17 são de 0,89 pg/ml. Contudo, o aumento exagerado de Th17 e IL-17 vem sendo associado a doenças autoimunes como tireoidite de Hashimoto, doença de Graves, lúpus, uveíte, diabetes mellitus tipo 1, esclerose sistêmica e vitiligo. 

Desregulações do sistema imune podem acontecer por contato com vírus ou bactérias. No caso da tireoidite de hashimoto possíveis causas incluem contato com Epstein-Barr, Yearsínia enterolítica, Helicobacter pilori, vírus da herpes 1, 2 e 6, citomegalovírus, rubéola, ricketssia, parovírus B19, hepatite C, HIV, vírus da gripe ou enterovírus.

Outras hipóteses são: intoxicação por metais pesados, problemas de metilação, má nutrição, trauma fisico, disbiose intestinal, sensibilidade ao glúten, sensibilidades alimentares, tabagismo, desequilíbrios hormonais, estresse adrenal, estresse físico ou emocional.

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